ÉVORA

 

Évora situa-se no coração do Alentejo, a uma distância de 135 km de Lisboa.

 

É uma cidade cheia de história e, a herança dos Romanos, que lhe chamavam “Liberalitas Julia”, ainda perdura quer nos monumentos como o Templo Romano (Templo de Diana), quer nos vários troços da Muralha ou até nas ruínas das termas que ali existiram.

 

Depois, já sob o domínio mouro, passou a chamar-se “Yeborah” mas manteve o traçado de ruas estreitas, pequenos largos e belas praças, tão característicos do centro histórico de Évora, tal qual hoje o conhecemos e que a UNESCO classificou como Património Mundial, desde 1986.

 

Évora tem uma população de aproximadamente 56.000 habitantes, ocupa uma área de 1300 Km2. Évora é capital de distrito e engloba 14 concelhos: Alandroal, Arraiolos, Borba, Estremoz, Évora, Montemor-o-Novo, Mora, Mourão, Portel, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Vendas Novas, Viana do Alentejo, Vila Viçosa.

O QUE FAZER

Centro Histórico

É em si mesmo uma das principais atracções da cidade. Passear nas suas ruas e praças carregadas de história, é recuar no tempo e deixar-se levar por uma cidade apaixonante. Podemos admirar o casario branco com as suas barras amarelas, os azulejos e as magnificas varandas. Todo o centro histórico é para ser percorrido com calma e deixar-se levar por tanta história envolvida nas muralhas que cercam todo o centro histórico.

Centro_histórico_Évora
Ruelas do Centro Histórico

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Centro Histórico

Praça do Giraldo

A praça mais conhecida do centro histórico, é o local ideal para se sentar numas das muitas esplanadas e deixar-se ficar. Aprecie o chafariz e a a Igreja de Santo Antão. O nome da praça é em homenagem a Geraldo Geraldes, o Sem Pavor, Cavaleiro que, em 1167, ao serviço de D. Afonso Henriques conquistou Évora aos mouros.

Praça do Giraldo, happyPortugal
Praça do Giraldo

Aqueduto da Água de Prata

Um dos principais monumentos de Évora e também merece ser devidamente apreciado. Mandado construir por D. João III no séc. XVI com o objectivo de abastecer a cidade de Évora com água. O aqueduto percorre cerca de 18 km transportando água desde nascentes situadas na Graça do Divor até à cidade de Évora e é um dos poucos desta época que continua a funcionar. A sua grandiosidade está bem patente nas suas arcadas em granito que percorrem a cidade.

Aqueduto da Agua de Prata

Templo Romano

Ex-libris da cidade de Évora, também conhecido como Templo de Diana, devido a um lapso histórico datado do séc. XVII que criou a convicção que o templo tinha sido construído em honra da Deusa Romana da caça quando, na verdade, foi em honra do imperador Augusto. Actualmente, as suas ruínas são os únicos vestígios do fórum romano na cidade. Este magnifico monumento é uma das heranças romanas mais bem conservadas de toda a Europa.

Jardim de Diana

Na continuação do Templo Romano, situa-se o Jardim de Diana. Debruçado sobre o casario da Mouraria, oferece uma vista privilegiada para a planície alentejana.  Em todo o seu redor, agarradas aos muros caiados, ainda subsistem as namoradeiras. Podemos encontrar no miradouro uma escultura alusiva aos namorados. No centro do jardim encontra-se o monumento com o busto do Dr. Francisco Barahona, grande benemérito da cidade de Évora.

Jardim de Diana, Évora
Jardim de Diana

Charette em Évora
Vista do Jardim de Diana

Capela dos Ossos

A capela é também, a par do Templo Romano, sinónimo de Évora. Na verdade, esta capela de estilo barroco, construída no séc. XVII por frades franciscanos, tem, como o próprio nome indica, as suas paredes forradas com ossos e caveiras humanas.

Segundo os historiadores a ideia subjacente a tão singular decoração está relacionada com a transitoriedade da nossa Vida enquanto seres humanos, prova disso é a mensagem à entrada da capela: “Nós ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos.”

Capela dos Osso Évora
Interior da Capela dos Ossos

Capela dos osso, portugal, évora
Quadro à entrada da Capela dos Ossos – PARA PENSAR!

Igreja de São Francisco

Edifício dos séculos XV e XV, de estilo manuelino e renascentista construído em substituição de um anterior templo gótico, do qual subsistem ainda alguns vestígios. Em anexo estava o Palácio Real e foi considerada como Igreja Real, na qual se realizavam importantes cerimónias, como o casamento do principe D. Afonso com D. Isabel de Castela, em 1490. O interior da igreja apresenta uma nave única, de planta retangular e em cruz latina, destacando-se o altar-mor e a Capela da Ordem Terceira de S. Francisco de estilo barroco.

Igreja de Sao Francisco Evora
Igreja de São Francisco

Museu de Évora

Agora denominado Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo é o local onde podemos contemplar uma importante colecção de arqueologia, arquitetura, escultura, epigrafia, heráldica, ourivesaria, artes decorativas e pintura, sendo este o núcleo mais notável.

Ver mais sobre o MUSEU de ÉVORA
Museu Évora
Retábulo da Capela-mor da Sé de Évora – Museu de Évora

Catedral de Évora

Também conhecida por Sé de Évora, o seu verdadeiro nome é Basílica Sé de Nossa Senhora da Assunção. Construída em granito, com influências do estilo românico e gótico, as suas três, enormes e imponentes, naves fazem dela a maior catedral medieval do país. Do seu terraço desfruta de uma das melhores vistas da cidade de Évora.É considerada a maior catedral medieval de Portugal.

Sé Catedral de Évora

Universidade de Évora

Um local a não perder, pois vai mesmo recuar no tempo e imaginar como era estudar há mais de 450 anos! Depois da fundação da Universidade de Coimbra, sentiu-se necessidade de uma outra universidade que servisse o sul do país. A sua fundação deveu-se ao cardeal infante D. Henrique e a sua inauguração solene foi no dia 1 de Novembro de 1559. Desta época destaca-se o clautro, o refeitório e o lavavo. Nos séculos XVII e XVIII, sofreu algumas melhorias. A Sala dos Actos Solenes com fachada barroca, as Salas de Aulas com cátedras de madeiras exóticas de angelim e os silhares de azulejos historiados de 1744-49, e a antiga Livraria com o tecto pintado a fresco (século XVIII). O ensino era da responsabilidade dos jesuítas pelo que, após a sua expulsão em 1759, a Universidade foi encerrada. A Actual universidade surgiu em 1979.

Universidade de Évora
Interior da Universidade, com painéis de azulejo dos 4 elementos

Teatro Garcia de Resende

O Teatro não é a cidade, mas a Cidade não seria o que é sem o seu Teatro.

Foi inaugurado em 1892 e é um dos mais representativos teatros de estilo italiano em Portugal, a par do Teatro de S. Carlos e do Coliseu dos Recreios. No seu interior, a estética clássica convive com motivações orientais e exóticas. E, tal como os teatros italianos, tem três partes: a caixa de cena, a sala de espectáculos e a zona dos serviços.

Hoje, é um teatro ímpar, integra redes de programação regionais e internacionais, cria e promove várias formas de arte, agentes e públicos.

Teatro Garcia de Resende
Fachada do Teatro Garcia de Resende

O tecto, de pintura figurativa, com musas esvoaçando sob fundo celestial

Termas Romanas

As Termas Romanas de Évora terão sido construídas entre os séculos II e III. Foram descobertas no final de 1987, aquando das escavações arqueológicas na parte mais antiga do edifício da Câmara Municipal da cidade, no Largo do Sertório. Como qualquer habitante de Évora poderia sempre prever, sempre que há escavações no centro histórico encontram-se mais vestígios do passado.

Terão sido estas as termas públicas da cidade da época. Possivelmente, também, o maior edifício público da Évora Romana. Quando se fala em termas romanas é importante perceber que estas desempenhavam um papel essencial na vida deste povo. Para além da questão da higiene, as termas eram locais onde os cidadãos podiam conversar, conviver e até negociar.

As cidades em que os Romanos habitavam eram compostas por vários serviços para garantir a higiene, limpeza e conforto dos seus habitantes. Daí a sua preocupação com o abastecimento de água. Para isso construíam aquedutos.

As Termas Romanas de Évora na Câmara Municipal têm uma área de cerca de 300 m2 e, como todas as termas romanas, são compostas por três áreas distintas: o Laconicum, o Praefurnium e a Natatio.

  • Laconicum, sala circular com abóbada nervurada e estrelada, revestido com placas de mármore, era utilizado para banhos quentes e de vapor. Esta era a sala com a temperatura mais alta. No seu centro encontrava-se um grande tanque circular embutido no solo, com três degraus, rodeado de um sistema de aquecimento, o hipocaustum.
  • Praefurnium, espaço escavado apenas parcialmente, pode ver-se uma fornalha, onde se queimaria a lenha para levar ar quente, por exemplo, ao hipocaustum do laconicum. Este servia de sistema central de aquecimento da água e do ar das outras salas.
  • Natatio era uma piscina retangular ao ar livre, rodeada de pórticos. No lado leste da piscina eram lançadas as águas das termas. Pensa-se que estas águas eram trazidas por um aqueduto próprio que, possivelmente, terá sido o antecessor do Aqueduto da Água de Prata. Neste momento, não é possível visitar esta piscina.

Pode visitar as termas, todos os dias da semana das 9h00 às 17h30, com entrada gratuita na Praça do Sertório, onde se encontra a Camara Municipal de Évora.

Termas Romanas cãmara municipal de Évora
Termas Romanas – Sala Laconicum

Fonte da Porta da Moura

No antigo arco de triunfo romano em que o Aqueduto da Prata originalmente terminava, surge em 1556, o Chafariz das Portas de Moura. Construída numa das praças mais emblemáticas da urbe quinhentista está  rodeada por solares nobres das famílias mais importantes da época. Em 1992 foi classificada como  Monumento Nacional e faz parte do Património Mundial da Humanidade, pela UNESCO.

Porta da Moura, Évora - HappyPortugal
Porta da Moura

Igreja e Convento de Nossa Senhora da Graça 

A três minutos a pé da Praça do Giraldo, no largo da Graça, a igreja e o convento foram construídos entre 1537 e 1546, sob a responsabilidade do arquiteto Miguel de Arruda e colaboração artística de Nicolau Canterene (janelas da capela-mor da igreja, túmulo do Bispo de Évora, D. Afonso de Portugal, atualmente no museu da cidade).

A igreja, panteão da Casa Vimioso, apresenta na sua fachada uma composição inédita de elementos renascentistas e maneiristas, destacando-se os Meninos da Graça, estátuas de gigantes simbolizando as quatro partes do Mundo e o poder universal de D. João III. A estas figuras estão ligadas várias histórias populares.

No Convento é de destacar o claustro, o primitivo refeitório e as escadarias revestidas de azulejos de finais do século XVII.

Actualmente serve de Messe de Oficiais da guarnição de Évora, sendo a Igreja a Capelania da Região Militar Sul.

Igreja e convento da Graça, Évora
Igreja da Graça

 

Jardim Público

O Actual Jardim Público foi iniciado em 1863 sob a direcção do arquitecto e cenógrafo José Cinatti (1808-1879) que, há época, dirigia a vizinha obra do Palácio Barahona e a que lhe corresponde a principal entrada.

O Jardim Público ocupa cerca de três hectares, parte dos quais já antes afectos ao horto e laranjal dos Paços Reais, e a ele se articulam outros dois importantes espaços verdes da cidade: a Mata e o Parque Infantil Almeida Margiochi.

Évora foi uma das primeiras cidades portuguesas a ter bandas filarmónicas, no Jardim,  podemos encontrar o coreto, em ferro forjado, construído em 1888. Ali se realizaram os principais concertos musicais, particularmente aos domingos, memória que prevaleceu ao longo de todo o século XX.

As “Ruínas Fingidas” são uma evocação cenográfica do passado de inspiração revivalista, de cariz neomanuelino, projectada no ano de 1865 pelo arquitecto e cenógrafo italiano José Cinatti (1808-1879). Na sua concepção foram utilizados materiais arquitectónicos provenientes da demolição do paço eborense dos Condes do Vimioso, cuja memória heráldica ficou registada no friso de merlões que coroam a torre medieval da Cerca Nova.

Jardim Público, Évora
Jardim Público

Jardim Público, Ruínas fingidas Évora
Ruínas fingidas no Jardim Público

Aldeia da Terra

A cinco minutos da Praça Giraldo, na Rua de S. Manços, 19, encontramos esta loja, conhecida como a “Aldeia mais caricata de Portugal” com miniaturas em caricatura de várias zonas do Alentejo e também caricaturas de várias profissões. Quem dá vida a estas obras de arte feitas em barro é Tiago Cabeça, investigador e um dos mais premiados, artista e artesão nacional, nesta forma de arte. O bom humor e irreverência fazem parte do resultado final. As peças podem ser compradas ou encomendadas a gosto. Para quem preferir colocar as mãos na massa (neste caso no barro!) existem workshops para o efeito.

A loja está aberta das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00. Caso queira encomendar uma caricatura do filho, mãe, esposa, amigo ou mesmo sua (basta enviar 3 fotografias) entre em contacto com o autor Tiago através do mail oficinadaterra@gmail.com.

A Aldeia da Terra é um projecto classificado de interesse Cultural pelo Ministério da Cultura.

obras de arte feitas em barro é Tiago Cabeça
Aldeia da Terra

obras de arte feitas em barro é Tiago Cabeça
Aldeia da Terra

Alto de São Bento

Muito perto do centro, encontramos o melhor miradouro natural da cidade de Évora que não dispensa uma visita quando for explorar a cidade. É um local muito tranquilo e com uma vista maravilhosa.

Por ser uma zona com património natural e cultural, como o maciço granítico, a preciosidade da flora, a carga histórica foi criado um núcleo museológico com o nome do local. Os granitos do Alto de S. Bento são o que resta de uma cadeia de montanhas que ali se formou há cerca de 350 milhões de anos.Pretende-se promover o sucesso educativo no estudo das ciências naturais, através do ensino experimental; colocar ao serviço da educação e da população em geral um espaço natural que fomenta a aprendizagem, o lazer e o desporto; sensibilizar as crianças e os jovens para o estudo e preservação do património natural.

Évora do alto de S. Bento
Vista para Évora do alto de S. Bento

Moinhos do Alto de S. Bento
Moinhos do Alto de S. Bento

Évora - Alto de S. Bento
Painel indicativo do miradouro – Alto de S. Bento

Painel indicativo do miradouro – Alto de S. Bento

Bairro da Malagueira

O conhecido e polémico bairro da Malagueira, em Évora, é da autoria do arquitecto portuense Siza Vieira, estando na lista indicativa a património mundial da UNESCO

Construído na década de 70, surgiu para fazer face à falta de habitação na cidade de Évora, dos trabalhadores rurais e de quem vinha das antigas colónias.

Foram construídasa mil e duzentas casas em banda ou geminadas, de grande luminosidade, em que se prescindiu da telha e se optou pelo terraço como forma de cobertura.  Elemento fulcral em todo o projecto foi a construção de um “aqueduto” com o objectivo de conferir identidade ao bairro e ligá-lo simbolicamente à cidade, e servir como galeria de infra-estruturas, destinada a albergar os canais essenciais à distribuição de água, eletricidade, telefone e televisão, substituindo-se à tradicional rede subterrânea.

Foi criado um dique de que resultou um largo de grandes dimensões na zona de confluência dos dois ribeiros que atravessam o bairro. Sobre o seu ponto de união, um pouco antes do dique foi erguida uma ponte onde as escadas proporcionam o acesso a áreas naturais de grande beleza, onde predominam os espaços verdes, os baldios e outros de arborização contínua.

Pensado para ser apenas e só um bairro, teve o mérito de se transformar na maior freguesia do concelho, embora não tenha logrado afirmar-se como um espaço de forte coesão social. Sendo diferente, acaba por ser único.

Bairro da Malagueira, Évora
Bairro da Malagueira

Banhos Romanos – IN ACQUA VERITAS

Antiga casa senhorial recuperada, numa ruela a um minuto da praça do Giraldo, encontra o céu na terra.

O processo de SPA romano é simples e passa por utilizar alternadamente 3 piscinas com temperaturas diferentes. O tepidarium, piscina de água morna (cerca dos 32ºC), com efeito relaxante; O caldarium, piscina de água muito quente (cerca de 40ºC), que para além da maximização do efeito de relaxamento muscular tem também efeitos de vasodilatação, com melhoria do fluxo sanguíneo e abertura dos poros, o que contribui para a regeneração da pele; E por último o frigidarium, piscina de água fria (cerca de 16ºC), com efeito revigorante, estimulando a pele e couro cabeludo, contribuindo para a melhoria do efeito de retorno de sangue venoso ao coração e para o encerramento dos poros.

Um local onde recua no tempo e tem uma experiência de relaxamento inigualável.

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Spa romano em Évora

Conhecer Évora num carro clássico

Pode fazer várias rotas por Évora sentado num carro do século passado. As ofertas, através da Top Emotions são muitas, como a Rota dos Castelos, Rota dos monumentos – fora de Évora, Rota do azeite, Rota dos cantares entre muitas, uma forma diferente de conhecer o passado no presente.

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Top Emotions Évora

FESTAS e ROMARIAS

Feira de São João

É a principal festa da cidade de Évora, trata-se de uma festa de cariz popular com mais de 500 anos, realiza-se no Rossio de São Brás no mês de junho e conta sempre muita animação, música, barraquinhas, parque de diversões, mostras de artesanato e gastronomia da região.

 

Feira Medieval

Acontece, geralmente, no início do mês de maio, na Praça 1.º de Maio, perto do mercado municipal. Com este evento pretende-se recriar historicamente uma feira medieval e tudo é reproduzido ao pormenor, a decoração, a música, os cortejos, as oficinas, os artesãos, etc.

 

Artes à Rua – Festival de Artes Públicas

É apelidado de “Não Festival” e teve início em 2017. É um festival diferente do que estamos habituados, onde a cultura ocupa o espaço comum. Construído e vivido em parceria com artistas que são desafiados a criar algo de novo e único,  criadores, agentes, programadores e públicos, como mais um dos contributos para tornar Évora num centro de criação e de confluências culturais, que privilegia a cidadania activa e o pensamento livre. Além das novas criações, o evento inclui uma programação pluridisciplinar, oferecendo um enorme leque de espectáculos de artes de rua, circo, teatro, música, dança, ópera e cinema, não deixando de fora a literatura nem as exposições multimédia.

Tem a duração de dois meses, geralmente inicia-se em meados de Julho e tem cerca de mais de uma dezena de países envolvidos.

Artes à Rua, torna a cidade-museu de Évora para cidade-cultura, olhando o futuro, sem nunca perder a sua identidade.

Artes à Rua, Évora, HappyPortugal

COMER

CASA DE FADOS – RESTAURANTE BOTA ALTA

Restaurante familar de comida típica alentejana onde se vai sentir em casa, localizado no centro histórico de Évora, a 2 passos da conhecida praça Geraldo. A proprietária Esperança Barrocas, fará as honras da casa. Vá com tempo para desfrutar de um serão ao som do fado e de boa conversa.

 

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Morada: Rua Serpa Pinto, 93, Évora

Contacto: (+351)963 433 145

Reserva Aconselhada

 

 

TASCA TOSCA GOURMET

Local bastante acolhedor e pitoresco bem no coração do centro histórico de Évora, oferece uma variedade de tapas e petiscos bem saborosos e ainda pratos à base de carne  (porco preto). Experimente os ovos mexidos com espargos, seguido de Costeletas de  Porco Preto.

 

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Morada: Rua Alcárcova de baixo, 53, 7000-841 Évora

Contacto: (+351)266705577

 

BOTEQUIM DA MOURARIA

Este pequeno restaurante (9 lugares) oferece um atendimento verdadeiramente personalizado pois o cliente é atendido ao balcão pelo Sr. Domingos, o proprietário. As opções são variadas e a carta de vinhos bastante completa, mas o melhor mesmo é seguir as sugestões do anfitrião. Não se vai arrepender.

 

Morada: Rua da Mouraria, 16A, 7000-585 Évora

Contacto: (+351) 266746775

 

FIALHO

Restaurante histórico e emblemático da cidade de Évora, o que que começou como uma simples tasca em 1948 é, hoje, um espaço repleto de conforto e qualidade que oferece verdadeira cozinha alentejana. A sua Perdiz à Convento da Cartuxa é bastante afamada.

 

Morada: Travessa das Mascarenhas, 16, 7000-557 Évora

Contacto: (+351) 266703079

 

QUARTA-FEIRA – TABERNA TÍPICA

Bem no centro da cidade encontramos esta taberna típica, e o nome não engana, de facto é bem típica e, para além disso, é um excelente sítio para degustar a verdadeira gastronomia alentejana. Aqui o porco preto é rei e senhor e o hábito é o cliente ficar “nas mãos” do simpático proprietário que escolhe o prato a servir.

 

Morada: Rua do Inverno, 18, 7000-599 Évora

Contacto: (+351) 266707530

 

TRIANGULAR – HAMBURGUERIA ARTESANAL

Espaço bastante agradável,  confortável e cheio de luz. A identidade alentejana está bem presente tanto na decoração, como na ementa (as designações dos hambúrgueres remetem para expressões tipicamente alentejanas) e também, como não podia deixar de ser, nos ingredientes.

 

Morada: Av. Lino de Carvalho, 3A, 7005-467 Évora

Contacto: (+351) 266701055

ONDE FICAR

HOTEL VILA GALÉ ÉVORA 4*

Moderno hotel, localizado a 10 minutos a pé do centro histórico de Évora. Possui  quartos elegantes, espaçosos e com todas as comodidades necessárias para uma estadia bastante agradável. Conta ainda com dois restaurantes, bar, duas piscinas e spa.

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Morada: Av. Túlio Espanca, 7005-840 Évora

Contacto: (+351) 266758100

Vila Galé Évora

HOTEL THE NOBLE HOUSE 4*

Charmoso hotel de 24 quartos, localizado bem no centro de Évora, a 2 minutos a pé da Sé Catedral e do Templo Romano.

Encontra-se instalado num edifício do séc. XV que originariamente era o Solar dos Condes da Lousã.

O hotel dispõe de parque de estacionamento gratuito e através da sala de refeições podemos aceder a um terraço/esplanada com uma bonita vista.

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Morada: Rua da Freiria de Baixo, 16, 7000-988

Contacto:(+351) 266247290

Hotel Noble House

HOTEL M’AR DE AR AQUEDUTO 5*

Localizado no centro histórico da cidade, classificado como património mundial pela Unesco, encontramos este hotel boutique que resultou da transformação de um antigo palácio do séc. XVI pelo que ainda preserva a deslumbrante capela e os tectos em abóboda, apesar apresentar um design moderno e contemporâneo.

Possui 64 quartos, um restaurante com a assinatura do chef António Nobre, várias salas de reunião e uma agradável piscina.

Morada: Rua Cândido dos Reis, 72, 7000-782 Évora

Contacto: (+351) 266740700

HOTEL TIVOLI ÉVORA ECORESORT 4*

Situado a poucos km do centro da cidade, plenamente integrado na paisagem alentejana, entre sobreiros e azinheiras, este hotel apresenta um ambiente moderno e requintado que convida ao relaxe e ao descanso.

Trata-se do primeiro hotel do mundo revestido a cortiça, e que estabeleceu como prioridades a sustentabilidade e eficiência energética.

Dispõe de 56 suites divididas em 3 categorias (premier, deluxe e family), todas com vista para o campo alentejano, terraço privado e áreas generosas (70 m2), decoradas em tons suaves e modernos.

Restaurante, piscina e Spa completam a oferta desta unidade hoteleira.

Morada: Quinta da Deserta e Malina, 7000-804 Évora

Contacto: (+351) 266738501

GASTRONOMIA

A gastronomia da região de Évora é simples, mas bastante imaginativa, onde predomina a carne de borrego, de porco preto e o pão.

 

Pratos como açordas ou sopas de pão são facilmente identificáveis como pertencentes à gastronomia alentejana.

 

As migas, os queijos curados, os enchidos e o presunto de porco preto são também típicos da região.

 

No que toca a doces, a herança conventual ainda se encontra bem presente, o Toucinho do Céu e a Encharcada do Convento de Santa Clara são disso exemplo.

 

ARTESANATO

 

O Artesanato da região de Évora é bastante diversificado em termos dos materiais utilizados e dos tipos de peças. De facto, os produtos de Artesanato desta região vão desde os:

 

Cochos de Cortiça: objecto utilizado pelo pelos pastores como vaso para beber água.

 

Móveis Alentejanos: camas, escrivaninhas, cadeiras, etc, pintados com tinta de esmalte branca, verde, azul ou encarnada, com flores e laços desenhados.

 

Tarros: utensílio, em cortiça, de forma cilíndrica que servia para transportar líquidos.

 

Olaria: onde se destacam os Cântaros, Talhas, Jarras e Vasos.

 

Trabalhos em Pele: malas, botas e sapatos.

 

Mantas Alentejanas: feitas em teares tradicionais com fio de lã de ovelha.

 

Tapetes de Arraiolos:  Tapetes bordados com lã sobre tela de juta, técnica que já vem dos finais do século XV e é tradicional da vila de Arraiolos.

 

 

PRAIAS

 

O distrito de Évora apesar de não possuir praias oceânicas no seu território dispõe, no entanto, de algumas praias fluviais com bastante qualidade e que permitem ao visitante passar bons momentos, quer seja a descansar ou a contemplar a paisagem quer seja a praticar actividades náuticas ou aquáticas.

 

 

Praia Fluvial de Monsaraz

Localizada na albufeira da Barragem do Alqueva, junto ao Centro Náutico de Monsaraz, dispõe de todas as comodidades necessárias para passar um dia bastante agradável. Para além dos desportos náuticos o visitante pode contar com um bar/restaurante, toldos, posto de socorro, casas de banho públicas, duche público, parque infantil e zona de merendas.

Praia Fluvial do Gameiro

Inserida no parque ecológico do Gameiro, perto de Mora, tem uma área generosa de areia e imensas árvores que dão sombras refrescantes, dispõe de bar de apoio, de parque infantil e de parque de merendas.

Mapa Évora